sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

O Regresso

Estou de volta! Sim eu sei que estive ausente por muito muito muito muito tempo, mas antes de explicar porque já não passo por aqui há demasiado tempo quero pedir desculpa a todos aqueles que me lêem por eu não ter dado notícias. Se bem que eu sei que muitos de vocês me lêem apenas porque querem saber da minha vida, para um dia quando eu for velhinha escreverem uma novela para a tvi sobre mim ; -).

Porque estive ausente: tive bastantes coisas a fazer, todas elas urgentes e importantes. Para terem uma ideia de como foram estes últimos tempos fiquem a saber que nem tempo para o gato tive. E não sei bem se ele ficou chateado comigo, ou não...

Agora, vamos ao que realmente interessa: FIZ A MINHA PRIMEIRA ENCOMENDA ONLINE! Pronto, está bem, não foi totalmente sozinha (um bocadinho leiga nestas coisas) o Nellss deu alguma ajuda. Está bem, foi pela a ajuda dele que consegui fazer com que as coisas viessem da América para cá. Por 50 euros mandei vir 8 sombras da NYX, uma eye primer da Palladio, um blush da NIX e um pincel ( não me obriguem a dizer agora os nomes das sombras porque estou com sono e cansada). Eu depois tiro fotografias às coisas e mostro.

Estou feliz, já falta pouco para os saldos. ROUPINHA NOVA!!!!! YAY!

E por hoje é tudo. Posteriormente escreverei algo que realmente valha apena ler (ou não).

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Azul

Finalmente! Vou mostrar um pouco do meu trabalho em maquilhagem. Lembrem-se que ainda estou no inicio e ainda não sei muito. Digam críticas construtivas e não me deiam gracha.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Buracos

Bom desta vez o problema foi a Sally ( para quem não sabe o meu netbook) está doente e está no médico. Então não tive oportunidade para escrever seja o que for. Mas vamos a novidades: o meu tecto caiu. Sim caiu. Tenho duas crateras no meu tecto e aguardo novos episódios.
Ando cansada e com sono e com falta de paciência. Sabem PPM? É parecido. Ando à procura de uma agenda para 2011 mas não vejo nenhuma gira e que seja leve. Não tenho tempo para maquilhagens. Sou revendedora Avon ( POR ISSO COMPREM A MIM!!!!). Vou receber a minha primeira encomenda dia 18 e estou entusiasmada com a ideia. Neste momento tenho fome. Percebi finalmente para que raio é que aquela coisa que vem na máquina fotográfica chamada Macro serve. Sempre pensei que fosse para tirar fotografias a paisagens mas afinal é o oposto. Acho que isso explica porque é que elas ficavam sempre desfocadas... Ando cheia de trabalho. E já que estamos em época natalicia quero: uma perfume de amora da yves rocher, uma palete de sombras ( MUITAS PARA EU BRINCAR), pinceis de olhos ( da Mac, MFE, Sephora, AVON, ok tudo que pinte como deve de ser), quero uma agenda 2011, e quero ir aos saldos. Agora doi-me muito a cabeça. Escreverei mais quando me apetecer porque eu quero comer e dormir.
Ah, eu depois ponho as fotos do buraco.

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Morte é poesia

Hei! Vem até mim e diz que me odeias. Ele ficou perplexo a olhar para ela.
- Hum - disse ela com um sorriso sarcástico- eu sabia que por mais que tenhas raiva de mim nunca conseguirás sentir verdadeiro ódio por mim. A verdade é que no fundo ainda gostas de mim.
- Como podes afirmar isso? Depois de tudo o que nos aconteceu, de tudo o que tu fizes-te?
- Que eu fiz? Como assim? Tu sabias das consequências.
- Sim, mas pensei que desta vez fosse diferente. Das outras vezes...bem...sim fizes-te-me o mesmo mas quis acreditar que desta vez fosse diferente.
- Sabes bem quais são as regras. Foram-tas ditadas antes de quereres entrar e mesmo assim disses-te que sim, sabias que tudo o que ias ver não era real.
- Sim, sabia.
- Então porque pedes agora que seja real?
- Porque queria que fosse, que tivesse sido e que passasse a ser.
- Eu dei-te tudo o que pedis-te. Tives-te tudo o que quises-te mas sabias bem que depois iria acabar. Só não sabias quando.
- Queria que fosse muito mais longe esse quando.
- Mas porque me condenas a mim? Oh...- disse ela acariciando-lhe o rosto- não gosto que fiques chateado comigo. Não gosto que fiques triste do meu trabalho.
- Eu gostei demasiado do teu "trabalho". Queria que não fosse um trabalho. Queria que de facto tivesses tu sentido alguma coisa.
- Mas tu sentis-te. Tu tives-te poder, tives-te fama... tudo o que querias. Até mais bonito eu te fiz. Que podes tu condenar? Tudo isso que te dei ser real? Ahahaha! Deixa-me rir! Nem te aguentarias nem meio minuto!
- Ai sim?! Como sabes? Para ti isto não passa de um trabalho, não sentes a dor com que nós ficamos depois de toda a magia desaparecer.
- Magia? Ora essa. Não há aqui magia meu querido. Tudo foi uma mentira, sim é verdade, mas uma mentira consentida. Procuras-te uma vida virtual, procuras-te sentir e viver aquilo que não és por demasiado tempo e agora apenas te peço que fiques agradecido dos meus serviços e que me pagues o que ficou prometido.
- Não me vais pedir a minha alma ou coisa do génro pois não?
- Ah! Que antiquado! Claro que não. O meu preço é outro. Não me serve de nada ter a tua alma. Que faria com ela?
- Sei lá.
- Tens medo?
- Não. Estou demasiado cansado para ter medo. Eu quiz-te, quiz outro mundo e sabia bem o preço. Estou ciente do que te devo e ser porque o queres.
- Sim?
- Sim... Vá faz. Despacha-te. Quanto mais rápido melhor.
- Oh não gosto assim! Tem de ser algo bonito, algo poético.
- Não sei como vês poesia em tirar a vida a alguém.
- Mas é poesia. Matar pode ser uma forma de arte sabes? Se bem que as minhas mortes são sempre limpas e sem dor. Não gosto de torturar nem tiro prazer nisso. Apenas gosto de apreciar a escultura fria em que todo o corpo morto de transforma.
- Está bem.- disse ele com um suspiro e fechando os olhos- Faz como quiseres.
Ela chegou-se a ele, tocou-lhe no rosto, beijou-lhe os lábios e abraçando-o com toda a força levou-o com ela a voar até à eternidade.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Não procures

Sentado à sua mesa de madeira com uma vela já quase no fim ele escreve. De quando em quando levanta a cabeça para confirmar se os sons que encoam pela casa são dos criados ou de desconhecidos. Ele escreve o mais rapidamente que pode sem se interessar se a pena desenha bem ou mal as letras o que pretende é que as palavras somente fiquem lá. Sabe que não terá muito mais tempo. Tudo aquilo que desde o dia em que quebrou as regras imaginou que acontecesse iria decerto acontecer. Mas era preciso fazer o último esforço de escrever, escrever tudo o que se lembrava que tinha escrito para que um dia alguém soubesse a verdade. A verdade...! Essa maldida por quem ele tinha desperdiçado a sua fortuna, a sua vida para depois vir a descobrir que ela não valia nada. O pior é que não fora o único. Todos aqueles que o rodeavam, de uma maneira ou de outra, buscavam o que não se pode buscar. No fundo sabia que anos mais tarde iam chegar à mesma conclusão que ele: a verdade é um conceito inventado para não provocar mais questões, tal camisa de forças impedinto-te de procurar mais. Mas o pior de tudo é que para ele fora exactamente isso que o fizera procurar o que não devia. Porque não se deixara ele ficar, quietinho no seu mosteiro, vestindo a mentira todos os dias e enganando-se a si próprio? Por orgunho talvez... E agora depois de tanto papel queimado, de tanto esconderijo, e tudo por um ideal que agora, no fim, descobre que não existia. O que ele escreve? Tudo aquilo que se lembra do que lhe queimaram, tudo aquilo que nunca tinha chegado a escrever porque simplesmente não o confiava a ninguém. E a quem confiaria agora? A quem o traiu? Sim... a traição mais anarga que se pode sentir: a que vem de um laço de amizade. Aliás fora o golpe perfeito: interesse naquilo que ele escrevia, jantares riquissimos, o quarto mais bonito... tudo apenas para o cativar e depois quando já estava bem gordo tal como um porco záz a traição de o matar. A diferença entre ele e o porco não era nenhuma. Pensou em legar isto a alguém que de certeza não usaria essa sabedoria para o mal. Eram palavras demasiado perigosas para cairem nas mãos erradas. Também não queria que o seu destino se perpetuasse para quem possuisse o seu livro. O melhor seria de facto escondê-lo. Mas de forma a que passados muitos anos o descobrissem. Só esperava era que só o encontrassem daqui a muitos anos, quando estivessem preparados para o ler. Ouvia barulhos estranhos. Eram os criados que se agitavam. Chegara a hora. Escreveu a última frase à pressa: " Não procurem a verdade" e escondeu o livro por baixo das tabuas do chão. Eles entravam. Sem pressa alguma sorriu e disse: " Têm mais voces medo de me condenarem do que eu em ser condenado". E sem mais nenhuma palavra proceguiram para o julgamento.

Eu mato-os!

Não eu ainda não me esqueci que tenho um blog simplesmente a minha cabeça tem andado com demasiados pensamentos sobre várias coisas e por isso parei um pouco. Sim, vou deixar de postar tanto.
Pois bem, estou doente, again! Nada de grave apenas uma gripe ocasional o que faz com que eu fique completamente pedrada para evitar deitar-me na cama a ter pena de mim própria.
Decididamente estou farta farta farta de vampiros! Acho que se por algum motivo encontrar algum neste momento lhe dou com uma marreta na cabeça. Não tenho nada contra eles mas tendo em conta que andam a passar a toda a horas nas televisões, livros e cinema das duas uma: ou estão irritados por falarem demasiado neles ou então tornaram-se uns convencidos e andam armados em vedetas! Bom se algum se chegar a mim e disser " Olá, eu sou um vampiro não me achas sexy?" Eu dou-lhe com uma marreta na carola! Agora se por outro lado for um rapazinho geitoso e disse somente que é sexy isso aí...já penso duas vezes: a primeira a ver se ele é sexy a segunda no caso de ele ser sexy e ver se vale apena conversar com ele.

Estou um pouco mais feliz, as minhas maquilhagens andam a melhorar, ainda estão muito primitivas mas melhores. Ao menos já não ficam com um ar tão esquisito.

Descobri que jogar sims é giro. Finalmente um jogo que eu consigo fazer com que os bonecos andem para a frente!

E estou demasiadamnete pedrada para dizer seja mais o que for!
As melhoras para mim!

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Bolas e dor de rabiosque

Não é nada ordinário nem sequer toca o brejeiro.
Fiz uma descoberta recentemente: tenho a fómula para ter um rabinho bonitinho. Querem saber como? Eu dou a receita, tudo explicado por pontos. Mesmo assim se tiverem dúvidas não exitem em perguntar:

1º Façam 3 bolinhas de papel ou tecido (ou comprem uma bolas do tamanho de bolas de ténis)

2º Mandem as 3 bolinhas ao ar e fiquem a olhar para elas enquanto caem

3º Apanhem as bolas do chão

4º Repitam este episódio durante umas duas ou 3 horas

Depois, no fim do dia ou no próximo vão ter uma grande dor de rabo que nem se conseguem sentar decentemente!Quando passar repitam a aventura. Ao fim de algum tempo irão notar os resultados.

Também descobri que existem certas lojas que têm os vernizes das unhas mais caros do que deviam ter:

Verniz vermelho Bonjour custa em algumas lojas 14 euros e tal e já o vi em Espanha e até mesmo em algumas lojas portuguesas a metade do preço sem ser uma promoção!

Verniz azul Dermacélsia que em geral são 1.95 euros já o vi ser vendido por estas terras lusitanas a 3.95 euros!

Vêm bem o país onde estamos meus caros e caras leitores/as. A verdade é que se uma pessoa não anda em cima dos preços constantemente aceita qualquer coisa como sendo barato. Para aqueles que têm muito dinheiro, sim... parece-me bem, mas se são como eu que vivem na classe média baixa a coisa é complicada.

Depois parece que temos que ser todos iguais. A todas as lojas de maquilhagem que vou tem sempre sempre sempre os mesmos produtos. Quer dizer uma pessoa tem que usar as mesmas cores que toda a gente e pintar-se do mesmo modo. O mesmo se passa com a roupa, com os acessórios, com os filmes... porque é que certos filmes e livros não são tão divulgados como outros? Porque é que os bons livros que li até hoje nunca mais os vi nas livrarias? Onde está a arte, a cultura, a imiginação? Porque temos todos que ser e parecer iguais?

Outra coisa maravilhosa e digna de ser falada é o ensino. Melhor, quem quer e tem o desejo de aprender são lhe logo cortadas as pernas, principalmente no ramo das artes. Foi à uns dias que vi no mundo virtual um conjunto de workshops dado por artistas portugueses conceituados. Um pequeno curso de cinco meses. Até aí tudo muito interessante, mas quando vi o preço a pagar por este serviço fiquei chocada: quase 2000 euros! Eu percebo que se tem de pagar aos professores e que eles têm que comer mas... tanto por um workshop? 5 meses? Meus senhores isso é só dár oportunidade às pessoas ricas de aprenderem ou melhorarem, todos os outros que têm um sonho ou simplesmente querem conhecer e aprender não têm direito!

Não é formidável?